segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Meu primeiro Graffiti - (depoimento)
Em 95, um belo dia eu
resolvi fazer um graffiti no muro da minha casa. Telefonei para os amigos e os
convidei para passar aqui em frente. Geraldo, foi um dos que me deu retorno,
Soninha passei aí, ficou legal.
Mas, aquela não foi uma atitude fácil demandou
muito esforço, chegar até a frente de casa e começar a pintar – minhas filhas
ficaram um pouco receosas e as pessoas tendem a não gostar de paredes com
desenhos e palavras. Esta era, também, muito uma atitude de celebração democrática
e irreverência artística, adoro os irreverentes.
Eu “pichei” muito muro e colei
muito cartaz quando estudante do segundo grau, de 75 a 82 nós reuníamos a nossa
turma e ficávamos horas fazendo cola de farinha e eu adorava esta função.
Participei de inúmeras
discussões sobre o que era esta atitude que sempre concluía: coisa da
adolescência. Em 95, eu já não era mais adolescente, mas, tinha ainda uma
enorme força interna para pintar e não apenas pixar ABAIXO A DITADURA ou SHOW
DO FULANO e sempre vivi espreitando paredes e muros bacanas para fazer uma
intervenção.
Bem, o graffiti conquistou uma
evidência ímpar no mundo todo e tecnicamente avançou pra caramba, o graffiti
brasileiro é maravilhoso, acho inclusive que é o que há de melhor nas artes
plásticas e visuais na atualidade. E
isto tem milhões de sentidos, inclusive as dificuldades do artista brasileiro.
Em 2005, retomei pintando umas paredes daqui de casa e em 2007 fiz os curtas
cinegraffiti o que me aproximou do fazer graffiti, o que já estava na intenção.
Em 2008, reiniciei a graffitar com a cara para a rua.
Sonia Bacha – SB © fev 2009
Bem, o graffiti conquistou uma evidência ímpar no mundo todo e tecnicamente avançou pra caramba, o graffiti brasileiro é maravilhoso, acho inclusive que é o que há de melhor nas artes plásticas e visuais na atualidade. E isto tem milhões de sentidos, inclusive as dificuldades do artista brasileiro. Em 2005, retomei pintando umas paredes daqui de casa e em 2007 fiz os curtas cinegraffiti o que me aproximou do fazer graffiti, o que já estava na intenção.
Sonia Bacha – SB © fev 2009
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